Pois é 2007 está a preparar-se para saudar-nos depois do último acto como um actor velho e com ele alinham-se um a um os momentos bons, as conquistas e os sonhos mas também as mágoas as desilusoes e as dores,houve momentos bons , momentos em que convívi com vocês, momentos de sorrisos e alegrias e momentos mesmo que tristes em que ombro com ombro ousamos tentar suportar o próprio mundo. Houve momentos em que o futuro deixou de ter sentido e a dor foi mais forte do que nunca . Momentos em que andei meio perdido e encontrei-me nos vossos sorrisos, nos vossos olhares, nas vossas lutas. Houve um certo beijo que ano após ano fica por dar, mas também existiram instantes maravilhosos de conversas ternas e eternas, paisagens únicas, emoções fortes, pessoas especiais. Por tudo isso... Desejo-vos que todas as coisas boas de 2007 se renovem em 2008 e que se concretizem velhos e novos sonhos. mas também que encontremos algum sentido para as coisas más.. como pedaços da corrent e da vida. sobretudo espero que possamos continuar a suportar-nos ombro a ombro como muralhas e possamos ter muitas razões para sorrir e sonhar. bom ano . gosto muito de vocês
Acerca de mim
- milhafre
- Quem sou eu...... as vezes queria ser apenas um escolho atirado aos ventos. outras a minha faceta de louco faz-me querer enveredar por caminhos que desconheço e espanto-me a mim próprio. diria que sou alguém que aspira a ser simples e a quem o corre corre dos dias parece estrangular as vezes deixando as palavras e os sonhos amordaçados na garganta. se um dia me for espero ser lembrado como um bom amigo .
segunda-feira, dezembro 31, 2007
terça-feira, dezembro 25, 2007
boas festas

No natal acendem-se os sorrisos elevam-se os sonhos, os abraços tornam-se mais fortes e as mãos mais doces.
No natal voltamos ao tempo de meninos e a esperança volta a iluminar os nossos olhos.
No natal a dadiva é palavra... o aconchego é grito e a felicidade é uma promessa.
No natal é tempo de dizermos áqueles de quem gostamos que eles nos iluminam o mundo e que a amizade é muito mais que uma palavra.
Por tudo isto. Ficam os meus votos de boas festas.
ps.. foto da peça a arte de amar, de ovidio pelo te-ato de Leiria.. apeteceu-me coloca-la... pelos sonhos que inspira
quarta-feira, dezembro 12, 2007
E se
eu hoje fosse mero escolho???
se os meus olhos se convertessem em rios???
se me eclipsasse por um momento como vapor de água???
se os meus pés se convertessem em terra???
se o meu corpo se tranformasse em areia e se atirasse aos ventos???
se o meu coração voasse de repente como se fosse pássaro e não precisasse de ter ninho???
e se eu pudesse dar-me aos meus amigos pedaço a pedaço, do mesmo modo como dou a amizade e o coração...
será que me derramava gota a gota.. até à ultima gota...
...até ao ultimo sopro....
... que aconteceria depois??
que haveria depois...???
talvez nada...
talvez só...
poesia
se os meus olhos se convertessem em rios???
se me eclipsasse por um momento como vapor de água???
se os meus pés se convertessem em terra???
se o meu corpo se tranformasse em areia e se atirasse aos ventos???
se o meu coração voasse de repente como se fosse pássaro e não precisasse de ter ninho???
e se eu pudesse dar-me aos meus amigos pedaço a pedaço, do mesmo modo como dou a amizade e o coração...
será que me derramava gota a gota.. até à ultima gota...
...até ao ultimo sopro....
... que aconteceria depois??
que haveria depois...???
talvez nada...
talvez só...
poesia
sábado, dezembro 01, 2007
Suave
Suave...
Flocos de neve numa manhã de inverno.
O canto de uma cotovia a saudar o dia.
O movimento de um girassol em busca da luz.
Suave...
Uma manta de veludo que enrodilhamos nos dedos.
Um fim de tarde em que se saboreia o lusco fusco sem medo do tempo.
O sabor do chocolate pedaço a pedaço.
Suave...
O sorrir das crianças e a forma como ele nos ilumina.
Uma luz acesa que nos indica o caminho
andar pela rua docemente passo a passo.
Suave...
Os braços do meu avó quando em pequenino...
me deixava adormecer neles e me falava de áfrica.
Aquela paisagem e o sol a desaparecer nas cores da selva.
Suave....
Um cantar de uma mãe a embalar o filho...
será fado, será canto....
haverá expressão de amor maior...
Suave...
Os teus passos no palco gesto a gesto.
Ou simplesmente.... A tua mão...
uns segundos na minha quando danças-te ..
suave...
Como se não houvesse tempo.
só ...sonhos suaves . .. só ... esse sorriso
segunda-feira, novembro 26, 2007
A vida ...

Há um poema de Drummond de Andrade, que mexeu comigo pela simplicidade das palavras e pela infinitude da mensagem, chama-se mãos dadas e quero partilha-lo com vocés.
Decidi acompanha-lo com uma foto linda, que por si só ja dá que pensar
Decidi acompanha-lo com uma foto linda, que por si só ja dá que pensar
Mãos Dadas
"Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considere a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história.
não direi suspiros ao anoitecer, a paisagem vista na janela.
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida.
não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente."
Carlos Drummond de Andrade..
Porque o que importa é viver intensamente,
dadiva por dadiva,
carinho por carinho,
sorriso por sorriso,
luz pela luz..
fugir às prisões do passado ..
e às angustias do futuro..viver o beijo pelo beijo...
acima de tudo...
saborear o momento e ser ...
FELIZ
sexta-feira, novembro 16, 2007
Norman Mailer
Procurava na net... nesta mania que temos em tomar a net muitas vezes portal de busca de informação, coisa que anteriormente faziamos nos livros, mais informações sobre Norman Mailer, escritor norte-americano falecido a 10/11/2007, não tanto para saber mais da sua obra mas porque fiquei curioso por ter ouvido um comentário acerca da sua vertente cívica..
De entre as várias informações que recolhi enconteri a que se se segue a baixo, com o título "Norman Mailer: exemplo do engajamento de intelectuais no fortalecimento da sociedade civil" e publicada a no site a voz do cidadão(http://www.avozdocidadao.com.br/) a 13 de Novembro de 2007.
Porque me pareceu que o texto satisfez em grande parte a minha curiosidade decidi posta-lo aqui, em homenagem ao escritor, ao homem e ao cidadão.
"Sábado passado, dia 10, faleceu em Nova York, um dos maiores intérpretes da cultura americana dos anos 60 para cá. Norman Mailer, jornalista e escritor polêmico, foi decisivo na construção da consciência política da sociedade civil norte-americana na segunda metade do século XX, através de reportagens, biografias, ensaios e romances sempre polêmicos.
Nascido em 1923, Norman Mailer conquistou fama internacional já a partir de 1948, com 25 anos, quando seu livro de estréia Os Nus e os Mortos, baseado em suas próprias experiências vividas na Segunda Guerra Mundial, foi um best seller bastante elogiado pela crítica. O Prêmio Pulitzer de jornalismo foi para Mailer duas vezes: em 1968 com Os Exércitos da Noite e em 1979 com A Canção do Carrasco sobre um condenado à morte, Gary Gillmore.
Foram os ensaios sobre seu país que fizeram de Mailer uma figura relevante na sociedade americana. Em 1955, fundou o jornal alternativo The Village Voice, que acabou sendo um dos difusores da revolução contracultural dos anos seguintes. Mailer sempre foi um intelectual engajado e um intérprete original das convulsões e mudanças da vida americana. Sua “não-ficção criativa”, também conhecida como Novo Jornalismo, chamou atenção para temas e personagens fundamentais para os Estados Unidos da época, como os hippies, os ativistas, os intelectuais e artistas engajados, a esquerda liberal e seu antagonismo com o “complexo militar-industrial” da estatocracia americana.
Em 1973, mais polêmica e um grande sucesso de vendas, com o lançamento de uma biografia de Marilyn Monroe onde Mailer acusava o FBI e a CIA de causaram a morte da atriz por condenarem seu suposto romance com o senador Robert Kennedy.
Norman Mailer chamou para si - como poucos - a responsabilidade que um intelectual tem de discutir, compreender e debater a cultura de seu país. Principalmente na sua face política, que vai determinar o quanto uma sociedade está madura para a plena cidadania, para o exercício do controle social sobre governos e mandatos e para o estabelecimento de um novo pacto para a construção de um país mais justo e digno.
Aos 84 anos, morreu um autor que ajudou a cultura americana e encarar suas contradições e fraquezas. Um exemplo de cidadania para todo o mundo. "
De entre as várias informações que recolhi enconteri a que se se segue a baixo, com o título "Norman Mailer: exemplo do engajamento de intelectuais no fortalecimento da sociedade civil" e publicada a no site a voz do cidadão(http://www.avozdocidadao.com.br/) a 13 de Novembro de 2007.
Porque me pareceu que o texto satisfez em grande parte a minha curiosidade decidi posta-lo aqui, em homenagem ao escritor, ao homem e ao cidadão.
"Sábado passado, dia 10, faleceu em Nova York, um dos maiores intérpretes da cultura americana dos anos 60 para cá. Norman Mailer, jornalista e escritor polêmico, foi decisivo na construção da consciência política da sociedade civil norte-americana na segunda metade do século XX, através de reportagens, biografias, ensaios e romances sempre polêmicos.
Nascido em 1923, Norman Mailer conquistou fama internacional já a partir de 1948, com 25 anos, quando seu livro de estréia Os Nus e os Mortos, baseado em suas próprias experiências vividas na Segunda Guerra Mundial, foi um best seller bastante elogiado pela crítica. O Prêmio Pulitzer de jornalismo foi para Mailer duas vezes: em 1968 com Os Exércitos da Noite e em 1979 com A Canção do Carrasco sobre um condenado à morte, Gary Gillmore.
Foram os ensaios sobre seu país que fizeram de Mailer uma figura relevante na sociedade americana. Em 1955, fundou o jornal alternativo The Village Voice, que acabou sendo um dos difusores da revolução contracultural dos anos seguintes. Mailer sempre foi um intelectual engajado e um intérprete original das convulsões e mudanças da vida americana. Sua “não-ficção criativa”, também conhecida como Novo Jornalismo, chamou atenção para temas e personagens fundamentais para os Estados Unidos da época, como os hippies, os ativistas, os intelectuais e artistas engajados, a esquerda liberal e seu antagonismo com o “complexo militar-industrial” da estatocracia americana.
Em 1973, mais polêmica e um grande sucesso de vendas, com o lançamento de uma biografia de Marilyn Monroe onde Mailer acusava o FBI e a CIA de causaram a morte da atriz por condenarem seu suposto romance com o senador Robert Kennedy.
Norman Mailer chamou para si - como poucos - a responsabilidade que um intelectual tem de discutir, compreender e debater a cultura de seu país. Principalmente na sua face política, que vai determinar o quanto uma sociedade está madura para a plena cidadania, para o exercício do controle social sobre governos e mandatos e para o estabelecimento de um novo pacto para a construção de um país mais justo e digno.
Aos 84 anos, morreu um autor que ajudou a cultura americana e encarar suas contradições e fraquezas. Um exemplo de cidadania para todo o mundo. "
segunda-feira, novembro 12, 2007
Beleza?
"as coisas mais lindas da vida não podem ser vistas nem tocadas mas sim sentidas pelo coração"
Um comentário que deixaram no meu hi5.
Porque me fez pensar
Um comentário que deixaram no meu hi5.
Porque me fez pensar
sábado, novembro 03, 2007
Será verdade????
«O amor,admito-o com um suspiro, é muito mais forte que a literatura, porém o amor na literatura é bem mais belo que na própria vida. Ao menos de vez em quando permite iludirmo-nos.»
Elke Heidenreich
Amigo

Porque a Silvia me deu este rebuçado no blog dela e de repente apeteceu-me partilha-lo convosco.
porque a mensagem faz todo sentido sobretudo para alguem como eu que voa ao sopro do vento.
porque adorei a oferta da silvia, que aliás já me tinha dado o prémio visitante que não postei por simplesmente achar que sou demasiado pequeno para tal honra, mas a que faço referencia aqui porque ela vai gostar.
Porque é bom ser vosso amigo
sexta-feira, novembro 02, 2007
PASSAS???
(...)
Passa uma rapariga...
Passa de vez em quando uma rapariga numa vida, uma rapariga alta e
morena, com cabelo até à cintura, que olha para trás e para nós como
se nos pedisse para dizer "eu vou matar-me".
E essa rapariga só precisa de um segundo, de um pequeno segredo, que nos esconde na alma, sem se importar com isso. E fica-nos para o resto da vida, presente em todos os instantes da vida, atravessada nas nossas poucas alegrias.
Arruina-nos os amores, passando pelos quartos onde estamos deitados com raparigas muito piores e olhando por cima dos ombros como se tivesse pena de nós.
Às vezes passa uma rapariga na vida que nunca mais deixa de passar,
que nos interrompe e condena e encanta, sem saber o mal e o bem que
nos faz e que nos fica na alma como aquelas pessoas que passam no
momento em que se tira uma fotografia e passam a ser a pessoa que
se fotografou (...).
por Miguel Esteves Cardoso
Porque o amor liberta e recria... molda e constroi, edifica e une...
porque amar é bom... quase tão essencial como respirar...
porque amando sonhamos ser aves e não tememos o firmamento.
porque ...mereço....
porque ...mereces...
porque... me apetece.
Luta...
vida fora por aquela rapariga ou rapaz que passou.. naquele segundo em que o sonho foi real e os teus pés perderam o contacto com o firmamento...
aquele instante em que toda a vida valeu a pena, naquele momento em que a presença dela ou dele, ainda que efemera iluminou o teu mundo com o seu sorriso..
luta...
porque se calhar nesses segundos... nesse acaso especial está a raiz de toda a vida...
...mas mesmo que não consigas...
mesmo que não triunfes...
mesmo que não controles o tempo e o sonho, mesmo que não venças o adeus...
não temas ....
existem outros sorrisos, outras fotos,outras raparigas ou rapazes mortinhos por ser encontrados...
mortinhos para sonharem na luz dos teus braços...
até porque como dizia a minha bizavó
"toda a panela tem o seu testo" :-)
BOM FIM DE SEMANA
Passa uma rapariga...
Passa de vez em quando uma rapariga numa vida, uma rapariga alta e
morena, com cabelo até à cintura, que olha para trás e para nós como
se nos pedisse para dizer "eu vou matar-me".
E essa rapariga só precisa de um segundo, de um pequeno segredo, que nos esconde na alma, sem se importar com isso. E fica-nos para o resto da vida, presente em todos os instantes da vida, atravessada nas nossas poucas alegrias.
Arruina-nos os amores, passando pelos quartos onde estamos deitados com raparigas muito piores e olhando por cima dos ombros como se tivesse pena de nós.
Às vezes passa uma rapariga na vida que nunca mais deixa de passar,
que nos interrompe e condena e encanta, sem saber o mal e o bem que
nos faz e que nos fica na alma como aquelas pessoas que passam no
momento em que se tira uma fotografia e passam a ser a pessoa que
se fotografou (...).
por Miguel Esteves Cardoso
Porque o amor liberta e recria... molda e constroi, edifica e une...
porque amar é bom... quase tão essencial como respirar...
porque amando sonhamos ser aves e não tememos o firmamento.
porque ...mereço....
porque ...mereces...
porque... me apetece.
Luta...
vida fora por aquela rapariga ou rapaz que passou.. naquele segundo em que o sonho foi real e os teus pés perderam o contacto com o firmamento...
aquele instante em que toda a vida valeu a pena, naquele momento em que a presença dela ou dele, ainda que efemera iluminou o teu mundo com o seu sorriso..
luta...
porque se calhar nesses segundos... nesse acaso especial está a raiz de toda a vida...
...mas mesmo que não consigas...
mesmo que não triunfes...
mesmo que não controles o tempo e o sonho, mesmo que não venças o adeus...
não temas ....
existem outros sorrisos, outras fotos,outras raparigas ou rapazes mortinhos por ser encontrados...
mortinhos para sonharem na luz dos teus braços...
até porque como dizia a minha bizavó
"toda a panela tem o seu testo" :-)
BOM FIM DE SEMANA
sexta-feira, outubro 26, 2007
Dois anos 26-10-2005 a 26-10-2007
Dois anos... 173 posts, milhares de partilhas, milhares de entregas... uma luta talvez não assumida, mas sentida, para nos prendermos neste lusco fusco que é a vida e nos atrevermos a sonhar o infinito.
Foram tempos bons e menos bons, mas mesmo nos menos bons este espaço foi graças a voces que me leem conforto para as minhas asas feridas,.
Já nos bons... voces, a partilha que fizemos, foram o céu em que planei sem medos.
Por várias ocasiões assumi o fim da poesia, o fim do canto... o fim do sonho... e de facto o sonho acabou nessas vezes, mas mesmo aí dor que a vida trouxe soube ser sarada pelo vosso brilho e converteu-se num marco, as vezes num legado, e apesar de continuar a dilacerar o peito e a alma é um legado, algo especial que vou superar.
Impõe-se pois o regresso à poesia...
porque existem sempre palavras que ficaram por dizer
Quero voar contigo.
Diz-me que consigo.
Quero abrir os braços e planar.
Sabes é que há algo de ti no vento.
Qualquer coisa de teu no luar.
Parece que estás comigo.
em qualquer lugar.
trago-te no meu pensamento
como um tesouro .
Um legado .
Anjo nosso
Um poema que não quero
parar de escrever.
E estas tão presente
como se olhasse o infinito
e te visse a passar.
Como se sentisse o teu sorrir.
Como se fosse iluminado
pelo teu olhar.
É que há coisas que nos transcendem.
coisas por explicar.
Como um sopro de vento
que chega sem se anunciar.
Como uma estrela que nasce
e que ontem não estava nos céus.
uma canção que surge do nada.
Com as palavras que precisamos escutar.
Sabes é que hoje os raios de sol
fizeram-me lembrar dos teus cabelos ...
a pairar na brisa.
E o cantar dos pássaros...
trouxe o teu sorrir.
Sabes é que hoje...
senti-me a superar.
e senti-te no palco comigo.
Quando tive medo
e fiquei tão solto
como se fosse luz.
E sei e sei e sei
que estás connosco .
E sei e sei e sei
que estas feliz .
E sei e sei e sei
que es madrugada,
uma flor na estrada.
Uma ave real.
um poema que surge do nada ,
o mais belo por do sol.
e sei e sei e sei
que vou estar contigo.
e sei e sei e sei
que estas a sorrir
e sei e sei e sei
que lés este grito.
Poema alado
que estive escrever
longe do silêncio.
Só para sorrir.
Só para te cantar.
Luz que brota em mim.
lembrança desse olhar...
que é fogo e vaga
acaso real...
sonho de um anjo
para te ter comigo
até ao nosso encontro
talvez porque tu
tu sim... e és sopro do vento
Foram tempos bons e menos bons, mas mesmo nos menos bons este espaço foi graças a voces que me leem conforto para as minhas asas feridas,.
Já nos bons... voces, a partilha que fizemos, foram o céu em que planei sem medos.
Por várias ocasiões assumi o fim da poesia, o fim do canto... o fim do sonho... e de facto o sonho acabou nessas vezes, mas mesmo aí dor que a vida trouxe soube ser sarada pelo vosso brilho e converteu-se num marco, as vezes num legado, e apesar de continuar a dilacerar o peito e a alma é um legado, algo especial que vou superar.
Impõe-se pois o regresso à poesia...
porque existem sempre palavras que ficaram por dizer
Quero voar contigo.
Diz-me que consigo.
Quero abrir os braços e planar.
Sabes é que há algo de ti no vento.
Qualquer coisa de teu no luar.
Parece que estás comigo.
em qualquer lugar.
trago-te no meu pensamento
como um tesouro .
Um legado .
Anjo nosso
Um poema que não quero
parar de escrever.
E estas tão presente
como se olhasse o infinito
e te visse a passar.
Como se sentisse o teu sorrir.
Como se fosse iluminado
pelo teu olhar.
É que há coisas que nos transcendem.
coisas por explicar.
Como um sopro de vento
que chega sem se anunciar.
Como uma estrela que nasce
e que ontem não estava nos céus.
uma canção que surge do nada.
Com as palavras que precisamos escutar.
Sabes é que hoje os raios de sol
fizeram-me lembrar dos teus cabelos ...
a pairar na brisa.
E o cantar dos pássaros...
trouxe o teu sorrir.
Sabes é que hoje...
senti-me a superar.
e senti-te no palco comigo.
Quando tive medo
e fiquei tão solto
como se fosse luz.
E sei e sei e sei
que estás connosco .
E sei e sei e sei
que estas feliz .
E sei e sei e sei
que es madrugada,
uma flor na estrada.
Uma ave real.
um poema que surge do nada ,
o mais belo por do sol.
e sei e sei e sei
que vou estar contigo.
e sei e sei e sei
que estas a sorrir
e sei e sei e sei
que lés este grito.
Poema alado
que estive escrever
longe do silêncio.
Só para sorrir.
Só para te cantar.
Luz que brota em mim.
lembrança desse olhar...
que é fogo e vaga
acaso real...
sonho de um anjo
para te ter comigo
até ao nosso encontro
talvez porque tu
tu sim... e és sopro do vento
domingo, outubro 21, 2007
prémio Blog escrito com amor

pois é a silvia decidiu-me atribuir este prémio.
pessoalmente considero que ele não me pertence a mim mas a vocés, leitores e amigos que me inspiram com as vossas histórias e os vossos sonhos.
obrigado a voces que me leem e também um obrigado especial a silvia por se ter lembrado de mim.
as minhas nomeações vão para:
silvia madureira do blog - jogos com matemática
a cor do mar do blog - a cor do mar
maria do blog - cheiro da ilha
ema norte do blog-100 fabulas
daniela do blog - devaneios
lisa do blog - noites de lua cheia
lyra do blog - o espacinho da lyra
e last but not least a madrinha do meu espaço a carla do photoblog outros olhares.
um beijo para todas e um xi grande de admiração pela luz que tem .
já agora ... se a mónica tivesse blog... e porque o que ela escreve no meu e no hi5 dela é lindo também a nomeava... fica o convite
sábado, outubro 20, 2007
Sonhos sem Ilusões

"... Saber não ter ilusões é absolutamente necessário para se poder ter sonhos. Atingirás assim o ponto supremo da abstenção sonhadora, onde os sentimentos se mesclam, os sentimentos se extravasam, as ideias se interpenetram. Assim como as cores e os sons sabem uns a outros, os ódios sabem a amores, e as coisas concretas a abstractas, e as abstractas a concretas. Quebram-se os laços que, ao mesmo tempo que ligavam tudo, separavam tudo, isolando cada elemento. Tudo se funde e confunde. "
Fernando Pessoa
quarta-feira, outubro 17, 2007
sexta-feira, outubro 12, 2007
tive de voltar
Porque mesmo do silencio temos deixar fluir um rio de palavras, porque seria impossivel respirar se elas estivessem presas na garganta...
Porque por mais profundas que sejam as dores temos de encarar as cicatrizes que elas deixam como trofeus e aprendermos a ser melhores.
Porque encontrei num poema da minha nova amiga Daniela tanto do que não consigo dizer...
Porque ela me autorizou a expo-lo aqui..
ou simplesmente porque precisava de faze-lo ....
deixo-vos o poema ... "quando se perde um amigo..."
para que nunca esqueçamos as amarras que nos ligam.
"Quando sentimos que perdemos um amigo
parte de nós é lágrima que cai desamparada...
mas cá dentro, há um sorriso triste
a recordar os bons momentos
que esta amizade nos deu.
Nasce um vazio
de um todo quebrado
e um mar cinzento
chora despedaçado
pelas memórias que perderam a cor.
Abre-se um buraco no peito
e a enxada deve ter lâmina dura
porque nos escava uma ferida tão profunda
que esburaca o corpo só para nos atingir
em cheio o recheio da alma.
Se eu tivesse uma pedra no lugar
onde vi plantado o meu coração
Talvez,soubesse como impedir
que a dor me roube mais esta seara...
Quando sentimos que perdemos um amigo...
as pernas caminham sem destino
porque os passos esqueceram o seu rumo
e dormem sozinhos junto á estrada.
Há braços com frio
porque sonham com um abraço...
Há um pássaro a baloiçar naquele ramo
mas já sem vontade de cantar
para aquele banco de jardim vazio...
Há palavras sem força suplicando vozes na garganta
e restos de gritos que dela saíram altos demais...
Há quadros pintados com os dedos logo pela manhã
e arco-íris que desmaiam lá pela noitinha...
Há lágrimas abençoadas
que se ajoelham fielmente a rezar por nós
e sorrisos danados a rir do desespero das minhas preces.
Há poemas colados ao tecto
porque querem preservar no céu esta história
sem acreditarem que ela chegou ao fim...
Há sonhos por perto rasgados no chão
e folhas de papel tão teimosas que se recusam a voar para longe...
Ai se eu tivesse asas nas costas
para dar utilidade a todas estas penas!
Se eu soubesse o valor da eternidade dos gestos
e das promessas que se proferem sem olhar.
Mas, porque é que a tristeza me faz pensar
que hoje perdi um amigo...
se ainda ontem sorria tão feliz por o encontrar?"
de Daniela Pereira
Obrigado por entenderes
Porque por mais profundas que sejam as dores temos de encarar as cicatrizes que elas deixam como trofeus e aprendermos a ser melhores.
Porque encontrei num poema da minha nova amiga Daniela tanto do que não consigo dizer...
Porque ela me autorizou a expo-lo aqui..
ou simplesmente porque precisava de faze-lo ....
deixo-vos o poema ... "quando se perde um amigo..."
para que nunca esqueçamos as amarras que nos ligam.
"Quando sentimos que perdemos um amigo
parte de nós é lágrima que cai desamparada...
mas cá dentro, há um sorriso triste
a recordar os bons momentos
que esta amizade nos deu.
Nasce um vazio
de um todo quebrado
e um mar cinzento
chora despedaçado
pelas memórias que perderam a cor.
Abre-se um buraco no peito
e a enxada deve ter lâmina dura
porque nos escava uma ferida tão profunda
que esburaca o corpo só para nos atingir
em cheio o recheio da alma.
Se eu tivesse uma pedra no lugar
onde vi plantado o meu coração
Talvez,soubesse como impedir
que a dor me roube mais esta seara...
Quando sentimos que perdemos um amigo...
as pernas caminham sem destino
porque os passos esqueceram o seu rumo
e dormem sozinhos junto á estrada.
Há braços com frio
porque sonham com um abraço...
Há um pássaro a baloiçar naquele ramo
mas já sem vontade de cantar
para aquele banco de jardim vazio...
Há palavras sem força suplicando vozes na garganta
e restos de gritos que dela saíram altos demais...
Há quadros pintados com os dedos logo pela manhã
e arco-íris que desmaiam lá pela noitinha...
Há lágrimas abençoadas
que se ajoelham fielmente a rezar por nós
e sorrisos danados a rir do desespero das minhas preces.
Há poemas colados ao tecto
porque querem preservar no céu esta história
sem acreditarem que ela chegou ao fim...
Há sonhos por perto rasgados no chão
e folhas de papel tão teimosas que se recusam a voar para longe...
Ai se eu tivesse asas nas costas
para dar utilidade a todas estas penas!
Se eu soubesse o valor da eternidade dos gestos
e das promessas que se proferem sem olhar.
Mas, porque é que a tristeza me faz pensar
que hoje perdi um amigo...
se ainda ontem sorria tão feliz por o encontrar?"
de Daniela Pereira
Obrigado por entenderes
domingo, outubro 07, 2007
pausa
amigos...
faltam quase vinte dias para este blog fazer dois anos, tem sido momentos muito bons de partilha e de convivio, tenho aprendido muito sobre esta arte de amar e de dar...
mas chegou a altura de fazer uma pausa.... ando com o coração apertado...
quero escrever aqui o por-do-sol e não o nevoeiro... quero escrever a luz e não a escuridão...
quero escrever a vida e não esta corrida... quero ser...
Vou parar por uns tempos, não sei quanto, talvez volte daqui a uns dias, talvez nunca...
não é que os dias sigam lá fora.... que os sonhos não aconteçam aqui... talvez seja apenas tempo de reaprender-me...
até breve
faltam quase vinte dias para este blog fazer dois anos, tem sido momentos muito bons de partilha e de convivio, tenho aprendido muito sobre esta arte de amar e de dar...
mas chegou a altura de fazer uma pausa.... ando com o coração apertado...
quero escrever aqui o por-do-sol e não o nevoeiro... quero escrever a luz e não a escuridão...
quero escrever a vida e não esta corrida... quero ser...
Vou parar por uns tempos, não sei quanto, talvez volte daqui a uns dias, talvez nunca...
não é que os dias sigam lá fora.... que os sonhos não aconteçam aqui... talvez seja apenas tempo de reaprender-me...
até breve
para Frederica
Infelizmente não pude ler-te o poema que te escrevi...
e queria ter-te lido tantos... queria ter-te escrito tantos.
Vou ter saudades linda...
porque há tanto para dizer
tanto que não sei contar
porque és estrela que nos anima
e queremos ver-te brilhar
porque o dia cá fora é frio
sem esse belo sorrir
e o vento não é o mesmo
sem ondular teus caracóis
porque és fogueira acesa
na lareira da amizade
e sabes fazer-nos ver
o que temos de melhor
porque temos tanto para aprender
sobre a vida e sobre os sonhos
e ainda há tanto que quero saber
sobre os teus mundos
porque tens um coração grande
e um não sei que de coisas
e temos saudades de nos ver
no brilho dos teus olhos
porque és vida
e sempre soubeste sê-lo
porque foste esperança
e eu nunca to disse
luta agora mais esta luta
eu sei que és capaz
nasceste lutadora
desistir não te satisfaz
luta agora mais esta vez
mostra a força que tens
belo é o dia lá fora
o pôr–do-sol quer-te saudar
vá queremos te mostrar
que és especial para nós
que és sonho a acontecer
que queremos te abraçar
Vá precisas de saber
Que gostamos de ti
E eu quero sorrir contigo
Com tudo o que aqui escrevi
Vive Sonha
Sé Luta
Cré
Vais conseguir....
Sonhamos por ti.....
Pensamos em ti.....
Escrevemos para ti...
Queremos te abraçar...
Ver-nos no teu olhar....
Ver-te sorrir....
Ouvir-te falar...
Vá
Sabemos que és forte
Sabemos que és luz
Preciso de dizer-te ...
fazes-nos falta...
fazes-me falta
.... Porque é que só o silencio resta?...
e queria ter-te lido tantos... queria ter-te escrito tantos.
Vou ter saudades linda...
porque há tanto para dizer
tanto que não sei contar
porque és estrela que nos anima
e queremos ver-te brilhar
porque o dia cá fora é frio
sem esse belo sorrir
e o vento não é o mesmo
sem ondular teus caracóis
porque és fogueira acesa
na lareira da amizade
e sabes fazer-nos ver
o que temos de melhor
porque temos tanto para aprender
sobre a vida e sobre os sonhos
e ainda há tanto que quero saber
sobre os teus mundos
porque tens um coração grande
e um não sei que de coisas
e temos saudades de nos ver
no brilho dos teus olhos
porque és vida
e sempre soubeste sê-lo
porque foste esperança
e eu nunca to disse
luta agora mais esta luta
eu sei que és capaz
nasceste lutadora
desistir não te satisfaz
luta agora mais esta vez
mostra a força que tens
belo é o dia lá fora
o pôr–do-sol quer-te saudar
vá queremos te mostrar
que és especial para nós
que és sonho a acontecer
que queremos te abraçar
Vá precisas de saber
Que gostamos de ti
E eu quero sorrir contigo
Com tudo o que aqui escrevi
Vive Sonha
Sé Luta
Cré
Vais conseguir....
Sonhamos por ti.....
Pensamos em ti.....
Escrevemos para ti...
Queremos te abraçar...
Ver-nos no teu olhar....
Ver-te sorrir....
Ouvir-te falar...
Vá
Sabemos que és forte
Sabemos que és luz
Preciso de dizer-te ...
fazes-nos falta...
fazes-me falta
.... Porque é que só o silencio resta?...
sexta-feira, setembro 28, 2007
Se vocês me conhecessem realmente saberiam que ...
Este é o desafio deixado pela Sílvia há uns dias...
Eis a minha resposta....
Sou...
Paciente
Ousado
Empático
Tímido
Apaixonado
Louco
Optimista
Unido
Cómico
Orgulhoso
Sincero
Onirico
Unico
Eis a minha resposta....
Sou...
Paciente
Ousado
Empático
Tímido
Apaixonado
Louco
Optimista
Unido
Cómico
Orgulhoso
Sincero
Onirico
Unico
terça-feira, setembro 25, 2007
Pedro Alpiarça .. para que o silencio não corroa
Pedro Alpiarça
(1958 - Lisboa, 20 de Setembro de 2007)
Inicia-se no teatro universitário da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em cujo grupo teatral começa a trabalhar, entre 1984 e 1990. Integra o Teatro A Barraca (1989-1994) sob a direcção de Hélder Costa, em peças como Liberdade em Bremen de Rainer Werner Fassbinder, O Avarento de Moliére, Floresta de Enganos de Gil Vicente ou A Cantora Careca de Ionesco e com Maria do Céu Guerra em O Último Baile do Império de Josué Montello, entre outros. Passou ainda pelas companhias O Nariz - Teatro de Grupo e com o núcleo do Teatro da Veredas que em 1995 viria a dar origem ao Teatroesfera participou nos espectáculos As Histórias da Flauta (1993), O Erro Humano (1999), Abril (reposição em 2000) e O Sangue (espectáculo que inaugurou o Espaço Teatroesfera no ano 2000).
É co-fundador do Teatro Mínimo (2002), onde tem desenvolvido trabalho juntamente com José Boavida.
Foi actor regular na televisão, integrando o elenco de variadas séries e sitcoms. Em 1993 participou em Ideias com História, dois anos depois entrou em Nico D'Obra, série com Nicolau Breyner. A partir de 1998, começou a entrar em formatos mais cómicos. Participou em Os Malucos do Riso, nesse ano; em 1999 entrou em Não És Homem Não És Nada, seguindo-se em 2001 a Fábrica das Anedotas. Mais recentemente, fez algumas participações na série Os Batanetes, da TVI, na Maré Alta (SIC) e n' Prédio do Vasco. O seu último trabalho na TV foi em Vingança, onde teve um pequeno papel.
Faleceu a 20 de Setembro de 2007, não importa como...
O QUE IMPORTA É A AUSÊNCIA
Porque os palcos de Leiria, do país, do mundo e da vida ficaram mais pobres...
Talvez porque a arte às vezes chama o vazio e é difícil aparta-lo cá dentro...
Porque vou...
vamos ter saudades...
- Dessa postura que parecia desconexa sem o ser...
- Desse ar que parecia as vezes distante... as vezes próximo...
- Dessa presença discreta que despontava depois nos palcos...
- Dessa capacidade com que através da tuas personagens no “somos todos de outro lado qualquer”, no “kansera” e em muitas outras peças que vi ao vivo, mostraste o contraponto entre a fragilidade da razão humana e a beleza das pequenas coisas simples.
Na esperança de que os palcos do céu ( .. do ar... ou seja lá o que for que é a última morada dos artistas) brilhem para ti e as multidões te aplaudam de pé ...
Porque os actores não morrem ....
(1958 - Lisboa, 20 de Setembro de 2007)
Inicia-se no teatro universitário da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em cujo grupo teatral começa a trabalhar, entre 1984 e 1990. Integra o Teatro A Barraca (1989-1994) sob a direcção de Hélder Costa, em peças como Liberdade em Bremen de Rainer Werner Fassbinder, O Avarento de Moliére, Floresta de Enganos de Gil Vicente ou A Cantora Careca de Ionesco e com Maria do Céu Guerra em O Último Baile do Império de Josué Montello, entre outros. Passou ainda pelas companhias O Nariz - Teatro de Grupo e com o núcleo do Teatro da Veredas que em 1995 viria a dar origem ao Teatroesfera participou nos espectáculos As Histórias da Flauta (1993), O Erro Humano (1999), Abril (reposição em 2000) e O Sangue (espectáculo que inaugurou o Espaço Teatroesfera no ano 2000).
É co-fundador do Teatro Mínimo (2002), onde tem desenvolvido trabalho juntamente com José Boavida.
Foi actor regular na televisão, integrando o elenco de variadas séries e sitcoms. Em 1993 participou em Ideias com História, dois anos depois entrou em Nico D'Obra, série com Nicolau Breyner. A partir de 1998, começou a entrar em formatos mais cómicos. Participou em Os Malucos do Riso, nesse ano; em 1999 entrou em Não És Homem Não És Nada, seguindo-se em 2001 a Fábrica das Anedotas. Mais recentemente, fez algumas participações na série Os Batanetes, da TVI, na Maré Alta (SIC) e n' Prédio do Vasco. O seu último trabalho na TV foi em Vingança, onde teve um pequeno papel.
Faleceu a 20 de Setembro de 2007, não importa como...
O QUE IMPORTA É A AUSÊNCIA
Porque os palcos de Leiria, do país, do mundo e da vida ficaram mais pobres...
Talvez porque a arte às vezes chama o vazio e é difícil aparta-lo cá dentro...
Porque vou...
vamos ter saudades...
- Dessa postura que parecia desconexa sem o ser...
- Desse ar que parecia as vezes distante... as vezes próximo...
- Dessa presença discreta que despontava depois nos palcos...
- Dessa capacidade com que através da tuas personagens no “somos todos de outro lado qualquer”, no “kansera” e em muitas outras peças que vi ao vivo, mostraste o contraponto entre a fragilidade da razão humana e a beleza das pequenas coisas simples.
Na esperança de que os palcos do céu ( .. do ar... ou seja lá o que for que é a última morada dos artistas) brilhem para ti e as multidões te aplaudam de pé ...
Porque os actores não morrem ....
sexta-feira, setembro 21, 2007
Saudades...
"Há momentos na vida em que sentes tanto a falta de alguém que dá vontade de tirá-lo dos sonhos e dar-lhe um abraço de verdade"
Reflexões By Sherek, por Emily Paull.
Com votos de um bom fim de semana repleto de sentimentos
Reflexões By Sherek, por Emily Paull.
Com votos de um bom fim de semana repleto de sentimentos
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